Devagar o tempo foi firmando e competamos 12 atletas com o reforço do Nenem e do Cheiro. Tudo parecia ótimo quando, começou o jogo, e nos minutos iniciais, o time adversário tocava a bola fácil e tomamos um gol de falta do meio da rua. Anunciava um desastre.
Pouco a pouco o time foi se equilibrando, tocando a bola desde a defesa, e as opotunidades foram aparecendo. Com a ajuda do goleiro adversário fizemos, ao natural, 4 X 1 no primeiro tempo e o jogo terminou de 6 X 2. Goleada. 2 do Baxinho, 2 do Marquinhos, 1 de Nenem e outro do Marô.
As arbitragens (foram duas) foi um caso a parte no jogo. O time adversário, apesar de jogar lealmente durante todo o jogo, com a derrota eminente, começou a fazer pressão sobre o arbitro Divino desde o primeiro tempo. Alguns dos atletas do Palmerinhas também, apesar de estarmos ganhando de 4 X 1, de estarmos jogando no nosso campo com um artibro muito bem conhecido por todos nós, também começaram a fazer pressão. Desastre anunciado. Com um bate-boca com o Dito o Divino entregou o apito no intervalo.
O Grêmio ofereceu um juiz deles o que não poderiamos aceitar. A responsabilidade do jogo era nossa. Resolvemos sacrificar uns dos nossos melhores atletas, o Marô, para arbitrar o jogo. E assim foi. Marô começou muito bem mas fizemos dois gols logo no início do segundo tempo e a pressão sobre o novo arbitro começou de forma intensa. Numa falta boba na lateral do meio de campo o técnico do Grêmio invadiu o campo berrando ofensas ao árbitro que resolveu encerrar a partida com 25, 30 minutos jogados. Um pena.
Há de se salientar que o time do Grêmio, mesmo perdendo de 6, nunca foi violento jogando e tentando jogar. As faltas foram normais de jogo. Chatos mas leais e bons jogadores alguns também.
O Palmerinhas jogou e goleou com Leônidas; Moura, Lito, Cristiano e Gilson; Marô, Nenem, Gian e Marquinhos; Baixinho e Dito. Cheiro entrou no lugar do Marô, no intervalo, e jogou na lateral esquerda, passando Gilson para a direita e Moura para o meio dde campo.


